04/01/2010

Os concertos de 2010:

Antes de mais: BOM ANO 2010!!!
Agora, e nada melhor para começar a postar neste blogue, na entrada de um novo ano, do que enumerar alguns dos concertos já agendados para Portugal ao longo de 2010.
Nomes como Metallica, Pearl Jam, Muse, Air, Arctic Monkeys, Joss Stone, Tindersticks e muitos mais vão tocar em Portugal ao longo do ano. Sabe mais aqui.

Erol Alkan: 15 de Janeiro, Lux, Lisboa16 de Janeiro, Teatro Sá da Bandeira, Porto (Clash Club). Bilhetes a 12,50 euros (venda antecipada) e 15 euros (próprio dia).
Air: 16 de Janeiro, Coliseu de Lisboa. De 28 a 32 euros.
Billy Talent: 22 de Janeiro, Coliseu de Lisboa. Bilhetes a 25 euros.
Clubbing Optimus de Janeiro: 23 de Janeiro, Casa da Música, Porto. Spank Rock, Lindstrøm e Makossa & Megablast.
Moonspell (Bizarra Locomotiva na primeira parte): 23 de Janeiro, FIL - Parque das Nações, Lisboa. Bilhetes a 15 euros.
Arctic Monkeys: 2 de Fevereiro, Coliseu do Porto3 de Fevereiro, Campo Pequeno, Lisboa. Bilhetes de 24 a a 35 euros.
Fu Manchu: 5 de Fevereiro, Santiago Alquimista, Lisboa. Bilhetes a 20 euros.
Tindersticks: 3 de Fevereiro, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Raínha5 de Fevereiro, Centro Cultural Olga Cadaval.
Fields of the Nephilim: 6 de Fevereiro, Coliseu do Porto. Bilhetes a 25 euros.
Joss Stone: 14 de Fevereiro, Coliseu do Porto. Bilhetes de 26 a 34 euros.15 de Fevereiro, Coliseu de Lisboa. Bilhetes de 28 a 32 euros.
Australian Pink Floyd: 18 de Fevereiro, Campo Pequeno, Lisboa19 de Fevereiro, Pavilhão Rosa Mota, Porto. Bilhetes de 22 a 35 euros.
Album Leaf: 25 de Fevereiro, Santiago Alquimista, Lisboa. Bilhetes a 17 euros.
Fiery Furnaces: 26 de Fevereiro, Santiago Alquimista, Lisboa. Bilhetes a 20 euros.
Adam Green: 4 de Março, Santiago Alquimista, Lisboa. Bilhetes a 20 euros.
Joan Baez: 8 de Março, Casa da Música, Porto. Bilhetes a 40 euros.10 de Março, Coliseu de Lisboa. Bilhetes de 20 a 55 euros.
Cranberries: 10 de Março, Campo Pequeno, Lisboa. Bilhetes de 22 a 36 euros.
Final Fantasy/Owen Pallett: 10 de Março, Teatro Maria Matos, Lisboa.
La Roux: 13 de Março, Lux, Lisboa. Bilhetes a 25 euros.
Yo La Tengo: 14 de Março, Aula Magna, Lisboa. Bilhetes de 23 a 30 euros.15 de Março, Casa da Música, Porto. Bilhetes a 23 euros.
Spandau Ballet: 14 de Março, Pavilhão Atlântico, Lisboa. Bilhetes de 25 a 40 euros.
Florence and the Machine: 16 de Março, Aula Magna. Bilhetes entre 23 e 30 euros.
Beach House: 17 de Março, Lux, Lisboa18 de Março, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães.
Tangerine Dream: 25 de Março, Coliseu de Lisboa. Bilhetes de 20 a 45 euros.
Blood Red Shoes: 11 de Abril, Santiago Alquimista, Lisboa. Bilhetes a 20 euros.
Mika: 16 de Abril, Campo Pequeno, Lisboa. Bilhetes de 30 a 35 euros.
Tokio Hotel: 7 de Abril, Pavilhão Atlântico, Lisboa. Bilhetes de 28 a 40 euros.Susanna and the Magical Orchestra: 12 de Abril, Teatro Maria Matos, Lisboa.
Ney Matogrosso: 30 de Abril, Coliseu do Porto. Bilhetes de 15 a 50 euros.1 de Maio, Coliseu de Lisboa. Bilhetes de 20 a 55 euros.Cesária Évora:8 de Maio, Coliseu de Lisboa. Bilhetes de 15 a 50 euros.
Metallica: 18 de Maio, Pavilhão Atlântico, Lisboa. Bilhetes de 35 a 50 euros.
Jamie Cullum: 25 de Maio, Coliseu de Lisboa. Bilhetes de 20 a 50 euros.
Santana: 25 de Maio, Pavilhão Atlântico, Lisboa. Bilhetes de 25 a 45 euros.
Muse: 27 de Maio no Rock In Rio Lisboa 2010.
Pearl Jam: 10 de Julho no Optimus Alive!10 (um dia: 50 euros; três dias: 90 euros).
Mark Knopfler: 27 de Julho, Campo Pequeno, Lisboa. Bilhetes de 25 a 60 euros.
U2: 2 e 3 de Outubro, Estádio de Coimbra. Bilhetes esgotados.

23/12/2009

Os meus sinceros votos de um Feliz Natal. :)

22/12/2009

Kasabian: quarto álbum é influenciado pelos Nirvana e Pink Floyd:

Os "Kasabian" já estão a trabalhar no quarto álbum de originais e asseguram que as grandes influências do novo registo, que deverá chegar às lojas no próximo Outono, derivam do trabalho dos "Nirvana" e também dos "Pink Floyd".
"O nosso guitarrista Sergio Pizzorno, tem um conjunto de canções que soa magnificamente. Há uma que soa a "Nirvana", é bastante grungy e tem um grande riff", revelou o vocalista Tom Meighan em entrevista à "BBC".
O músico diz também que o novo registo será bastante diferente de "West Rider Pauper Lunatic Asylum" (álbum editado no início deste ano). "É grunge old school. Neste momento, há muitas canções baseadas no piano que fazem lembrar o "Dark Side of the Moon" dos "Pink Floyd"", acrescentou ainda.

21/12/2009

Christams Party @ Bar Bacco (25-12-2009):


Metallica em Portugal em 2010:

Os "Metallica" actuam em Portugal em 2010.
O concerto está marcado para o dia 18 de Maio, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
De acordo com a informação divulgada pela própria banda, e mais tarde corroborada pela promotora "Everything Is New", os bilhetes foram postos à venda no passado Sábado, 12 de Dezembro.
Eis o preço das entradas: 35 euros para o Balcão 2, 42 euros para a Plateia em Pé e 50 euros para o Balcão 1.
Ainda de acordo com a "Everything Is New", os "Metallica" trazem até ao nosso país um palco de 360 graus, que irá ficar situado no centro da arena.
O regresso dos "Metallica" a Portugal, que este ano actuaram no "Optimus Alive!09", integra-se na digressão de 2010 da banda, que na próxima Primavera passará pela Europa.
"Death Magnetic", de 2008, é o mais recente disco dos "Metallica", que têm tido uma presença habitual em Portugal nos últimos anos: em 2008 tocaram no "Rock In Rio Lisboa" e em 2007 no "Super Bock Super Rock".

16/11/2009

Booka Shade @ Act Club no Porto:

Com uma agenda incrivelmente ocupada, os "Booka Shade" encontram-se num dos anos de maior sucesso. À semelhança do lançamento de "The Sun & The Neon Light", o seu mais ambicioso e completo álbum até ao momento, eles embarcaram numa outra exaustiva World Tour, cimentando a sua reputação como uma das mais fantásticas actuações ao vivo, sendo nomeados pela "Resident Advisor" como o 5º melhor Live Act em todo o mundo.
Habituando-nos sempre a sonoridades que concedem uma outra perspectiva ao house e ao techno, caminhando entre o house de Chicago, o minimal, o electro, conferindo-lhes uma perspectiva de vanguarda e futurista, a dupla "Booka Shade" volta a Portugal. Mais uma produção da "Connect", dia 7 de Dezembro, véspera de feriado, é a data a não esquecer.
O "Act Club", na zona industrial do Porto, será o palco deste grande evento e aparte dos "Booka Shade", contará ainda com as actuações de "Miguel Rendeiro" e "Freshkitos".
O preço do bilhete é de 12€ na pré-venda e de 17€ no dia do evento. Para além disso, até às 02h00 haverá ainda a oferta de uma Vodka.

Depeche Mode no Pavilhão Atlântico:

Ainda “Gomo” varria o palco de um lado ao outro a apresentar o seu "Nosy" e já o Pavilhão Atlântico estava bem recheado. Contra todas as adversidades (a chuva lá fora, o futebol na televisão), Portugal acorreu em massa para assistir ao segundo concerto dos "Depeche Mode" na sala ribeirinha: três horas antes da subida ao palco dos protagonistas, já a fila para entrar na sala era considerável.
Os Depeche Mode que hoje subiram ao palco estão diferentes e isso notou-se, à saída, nos comentários de alguns fãs que viram também a actuação de 2006. Dave Gahan continua a ser um anfitrião ímpar, Martin L. Gore e Andrew Fletcher continuam a dar o litro, mas a voz do líder começa a denotar algum cansaço. Não foram poucas as vezes que o cantor deixou a multidão cantar os refrões dos hinos maiores da banda e em "Wrong", o primeiro single do álbum que serve de pretexto à actual digressão, além de ter entrado fora de tempo, algo mais pareceu estar "errado".
O público, no entanto, não se preocupou minimamente e rendeu-se sem reservas à arte dos britânicos. Apesar de o álbum editado este ano, “Sounds of the Universe” dar o nome à digressão, a banda retirou dele apenas quatro temas, com três deles logo a abrir: a dança sedutora de "In Chains" alimentou a euforia do início de espectáculo com os seus ritmos penetrantes, "Wrong" mostrou a força da alma gótica da banda em imagens ultra-saturadas projectadas no ecrã gigante (e tirou proveito de ser êxito recente para deixar o público a rebentar em aplausos) e "Hole To Feed" hipnotizou em dança sedutora. "Miles Away/The Truth Is" chegaria um pouco mais para a frente, confirmando o que já se sabia: é provavelmente um dos momentos menos inspirados das canções mais recentes da banda.
O regresso ao passado começou com o maravilhoso "Walking in My Shoes" atentamente observado por um olho de corvo projectado no globo/planeta gigante suspenso por cima do palco. "Question of Time", o tema que se seguiu, provou mais uma vez que a grande força dos Depeche Mode prende-se com a quantidade impressionante de canções que envelheceu com a mesma magia e fôlego que tinham quando primeiramente se deram a conhecer. Gahan deu então início ao exorcismo dos seus fantasmas das melhores formas que sabe: com o corpo, a dançar, e com a voz, a cantar.
"Precious" marcou a única abordagem ao soberbo Playing the Angel , registo de 2005, e a reacção do público não poderia ter sido melhor, contagiando depois "World in My Eyes" e os seus ritmos exóticos. O grande exercício synth pop que é "Fly on the Windscreen", de Black Celebration deu o mote para o primeiro período introspectivo da noite, brilhantemente servido por Martin L. Gore: o encantatório "Sister of Night" e a balada delicodoce "Home" deixaram o público em êxtase.
"Policy of Truth" marcou o regresso de Gahan ao palco e o grosso da plateia, visivelmente sub-30, manteve-se em alta (cantando a plenos pulmões) com "It's No Good". Os arranjos quase irreconhecíveis de "In Your Room" levaram muita da audiência nas bancadas a sentar-se, apenas para se levantar logo de seguida para celebrar o hino "I Feel You".
A loucura de "Enjoy the Silence", novo coro cantado a plenos pulmões, deixou antever o final do corpo principal do alinhamento em versão dançável, com Gahan a servir de maestro na passadeira que o leva para bem junto do público, mas ainda houve tempo para deixar água na boca com "Never Let Me Down Again" - com direito a ginástica braçal e um agradecimento que soou a "até já".
O encore teve início com o momento de introspecção "One Caress" - Martin L. Gore mais uma vez brilhante - e a sequência que colocou o ponto final no espectáculo fez-se sempre em registo ascendente. "Stripped" foi momento solene, "Behind the Wheel" envolveu a sala com os seus ritmos misteriosos e, a terminar em grande, o inevitável "Personal Jesus" levou à histeria generalizada.
Iguais a si próprios, mas com a idade de Dave Gahan a começar a pesar-lhe na voz, os Depeche Mode conquistaram mais uma vez o Pavilhão Atlântico e redimiram-nos do concerto cancelado na versão portuense do Super Bock Super Rock. Só não terão mesmo ficado reconciliados com a banda aqueles que não puderam vir do Porto para assistir. Haverá, com certeza, mais ocasiões.



Alinhamento:

In Chains
Wrong
Hole to Feed
Walking In My Shoes
Question of Time
Precious
World In My Eyes
Fly on the Windscreen
Sister of Night
Home
Miles Away/The Truth Is
Policy of Truth
It's No Good
In Your Room
I Feel You
Enjoy the Silence
Never Let Me Down Again
Encore:

One Caress
Stripped
Behind the Wheel
Personal Jesus

13/11/2009

Conhece aqui o cartaz do festival Super Bock em Stock:

A "Música no Coração", anunciou esta tarde o cartaz da segunda edição do festival "Super Bock em Stock".
Vê abaixo a programação do evento que vai animar a Avenida da Liberdade, nos diaa 4 e 5 de Dezembro.
Os horários estarão disponíveis em breve.
Em conferência de imprensa, foi anunciado que "Legendary Tiger Man" irá estrear, neste evento, o documentário sobre 'Femina', o seu novo disco, e que o Parque de Estacionamento do Marquês de Pombal irá funcionar como espaço After Hours. Quanto ao Terraço do Hotel Tivoli, receberá actuações sobretudo acústicas.
O bilhete único custa 40 euros e dá acesso a todos os concertos, na medida da lotação de cada sala.

-4 de Dezembro-
Teatro Tivoli:
Legendary Tiger Man
Ebony Bones

São Jorge - Sala 1:
Wild Beasts
Voxtrot

São Jorge - Sala 2:
Easyway
Mikkel Solnado
+ vencedor do Termómetro Unplugged

Maxime:
Wave Machine
Blacklist

LA Caffé:
Frankie Chavez
Os Quais

Terraço do Hotel Tivoli:
Federico Aubele
Samuel Úria

Parque de estacionamento Marquês do Pombal:
Orelha Negra
Marcelinho da Lua

-5 de Dezembro-
Teatro Tivoli:
Little Joy
Beach House
Mazgani

São Jorge - Sala 1:
Patrick Watson
The Invisible
Os Golpes

São Jorge - Sala 2:
Piano Magic
Oioai
João Só e os Abandonados

Maxime:
Juan Maclean DJ Set
Mocky

LA Caffé:
Pássaro Cego
Luísa Sobral

Terraço do Hotel Tivoli:
Piers Faccini
Noiserv

Parque de estacionamento Marquês do Pombal:
Kap Bambino
Zé Pedro DJ set
Pedro Ramos

22/10/2009

Segundo concerto dos U2 em Coimbra confirmado:

Está confirmada a segunda data dos U2 em Portugal para 2010.
Á data inicialmente avançada de 2 de Outubro, junta-se agora a data de 3 de Outubro.
A novidade pode ser consultada no site oficial dos U2 e ambos os concertos dos U2 acontecem no Estádio Municipal de Coimbra.
De acordo com o site oficial da banda, os bilhetes para a segunda data são colocados à venda no próximo Sábado, dia 24 de Outubro a partir das 10:00 da manhã.
Lembrem-se que o primeiro concerto, marcado para 2 de Outubro de 2010, esgotou em apenas seis horas no último Sábado.
De acordo com a promotora R&B, a venda será alargada a 15 novas localidades, a pensar nos que ficaram sem bilhete e nas zonas do país menos beneficiadas com a primeira venda.

No próximo Sábado, poderá encontrar bilhetes para o concerto dos U2 em Coimbra nos balcões de 30 lojas Worten, a saber: em Lisboa, Oeiras, Cascais, Seixal, Amadora, Montijo, Loures, Porto, Leiria, Coimbra, Beja, Guia, Portimão, Chaves Vila Real, Viana do Castelo, Covilhã, Santarém, Torres Novas, Viseu, São João da Madeira, Funchal, Ovar, Castelo Branco, Portalegre, Setúbal e Tavira.
Hoje, 22 de Outubro, depois de concluída a pré-venda de bilhetes no clube de fãs dos U2, a R&B vai divulgar no seu site uma lista das lojas com o número de bilhetes disponíveis em cada local. A listagem também estará on-line no site da Worten.

Vê aqui os lugares e respectivos preços:

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15/10/2009

The Vicious Five - The end:

Os "The Vicious Five" chegaram ao fim. Foi em carta aberta, que o projecto liderado por Joaquim Albergaria veio dizer o seguinte: "Um fim não é um fim em si, é uma hipótese de começar outra vez. E o fim da história que vão ler agora, é o começo de cinco novos capítulos: os The Vicious Five vão deixar de tocar juntos".
A explicação para este final vem logo a seguir: "A verdade é que no último ano nos fomos sentindo menos juntos, e começamos a perceber que o que púnhamos na banda não vinha devolvido na mesma proporção. E como em qualquer parceria ou casamento, cada um dá o que quer receber". E assim, a banda confessa: "Digamos que se tornou evidente uma escolha - manter amigos e abrir mão de uma banda ou manter uma banda, perder amigos e passados alguns meses perder a banda".
Na mesma carta aberta pode ler-se que os diversos elementos dos Vicious Five pretendem continuar ligados à música: "Estamos orgulhosos do que fizemos. Com o que vivemos e aprendemos juntos, cada um de nós vai continuar a fazer música e enquanto houver um puto insatisfeito que insista em perguntar "porquê?" a nossa música há-de estar viva".
Na sua página do Facebook, entretanto, o vocalista Joaquim Albergaria anuncia que já tem uma nova banda.
Leia a carta aberta dos Vicious Five na íntegra abaixo.

Lisboa, 11 de Outubro de 2009

Um fim não é um fim em si, é uma hipótese de começar outra vez. E o fim da história que vão ler agora, é o começo de cinco novos capítulos: os The Vicious Five vão deixar de tocar juntos.
A história que começou há seis anos atrás com os cinco putos de Lisboa a quererem tocar alto e fazer as pessoas dançar, acaba agora ainda com o mesmo sorriso nos lábios. E muito sinceramente, explicações são devidas na medida em que explicações são possíveis.
Começamos esta banda porque queríamos fazer a música que queríamos ouvir e não a encontrávamos em lado nenhum. Fomos descobri-la dentro de uma garagem, dentro de nós. Continuamos com esta banda porque o prazer que recebíamos de volta do tempo e trabalho que lhe oferecíamos todos os dias , compensava, sentíamo-nos retribuídos e muito mais vivos ao fim de cada ensaio, de cada gravação, de cada concerto. E The Vicious Five, a música que fizemos e tudo o que vivemos juntos ensinou-nos muito. Conseguimos dizer hoje, que somos pessoas melhores por termos decido construir isto juntos.
E é por respeito ao que construímos juntos que tivemos de parar para pensar e conversar. A verdade é que no último ano nos fomos sentindo menos juntos, e começamos a perceber que o que púnhamos na banda não vinha devolvido na mesma proporção. E como em qualquer parceria ou casamento, cada um dá o que quer receber.
Digamos que se tornou evidente uma escolha - manter amigos e abrir mão de uma banda ou manter uma banda, perder amigos e passados alguns meses perder a banda.
Sempre quisemos ser positivos e independentes em tudo o que fizemos, firmes crentes no amor, na honestidade e na autonomia, não queremos agora deixar que a vida decida por nós, a maneira como acabamos ou começamos as nossas histórias, nem queremos que o que construímos de bom e positivo fique manchado por não termos sabido parar quanda era altura de parar, nem considerar-nos uns aos outros.
Estamos orgulhosos do que fizemos. Com o que vivemos e aprendemos juntos, cada um de nós vai continuar a fazer música e enquanto houver um puto insatisfeito que insista em perguntar "porquê?" a nossa música há-de estar viva. Contamos com vocês para continuarmos a fazer o novo baile e para se continuar a espalhar o amor como se fosse manteiga.
Obrigado a todos, por tudo.


Stay horny, stay hungry, be thirsty.
Sempre vossos, The Vicious Five